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sábado, 23 de outubro de 2010

Projeto de Leitura

Lemos para saber, para compreender e principalmente, para refletir.
A leitura é essencial no cotidiano, os textos escritos transmitem a informação falada, em qualquer lugar e estabelecimento comercial.
Lemos porque precisamos nos conhecer melhor, necessitamos de conhecimento, não só do que nos passam, mas das coisas da vida.

Por que Leitura?
A leitura de livros de literatura, de contos, de coletâneas de textos de outras áreas do conhecimento, como este projeto que pretendo levar em frente, envolve habilidades de reconhecimento na forma de expressar e representar a linguagem que exercitará nos alunos e demais leitores à capacidade de:
Compreender os diversos significados da palavra no sentido figurado ou coloquial, ritmo, musicalidade, rimas, trocadilhos, contidos nas palavras.
Reconhecer relações entre textos.
Saber o que está escrito nas entrelinhas.
Interagir com e pela linguagem e entender os sentidos e intenções de diferentes construções textuais.


Seguindo instrução do apostilado do Sistema de Ensino Expoente, desenhei aranhinhas nas mãos dos alunos do 3º ano e propus histórias dinâmicas com a turminha, a imaginação de contar histórias valeu a pena.

Por que um Projeto de Leitura?
Justificativa
A qualidade do ensino e da aprendizagem dos alunos será a contribuição fundamental e decisiva da educação escolar para que haja igualdade, justiça e responsabilidade.
A leitura estimula a criatividade, o espírito inventivo, à curiosidade pelo inusitado, afetividade que facilita e constitui identidades capazes de suportar a inquietação, de conviver como o incerto e com o diferente.

Após a leitura sobre alimentos saudáveis, os alunos mostraram um trabalho teórico e prático.Fevereiro/ 2009.

Objetivos desse Projeto
1-      Incentivar o aluno a exercitar habilidades de leitura.
2-      Fazer com que os alunos busquem no prazer da leitura oportunidades de desenvolver competências comunicativas para o exercício da cidadania.
3-      Formar leitores competentes e autônomos.
4-      Mostrar a arte, a cultura e a literatura brasileira como forma de conhecimento.
5-      Tornar esses momentos da obra literária prazeroso.
6-      Colaborar para o desenvolvimento de leitores críticos que estarão aptos para estabelecer relações entre a arte e a realidade.

Alunos do 8º ano na sala de aula: Oficina da Leitura com contos, crônicas e diversidades em gênero literários.


Aline é aluna do 8º ano, pondo a leitura em prática.
O Projeto em si.
É um trabalho coletivo estruturado com oficinas que contam com a participação de todos os alunos do Fundamental I e II, permitindo a realização de atividades interativas e lúdicas, em que a leitura e a escrita possam ser desenvolvidas por meio de criação da gibiteca, livrinhos, paródias, lendas, fábulas e brincadeiras dinâmicas em grupos.
O projeto pressupõe atividades interdisciplinares que englobam várias áreas do conhecimento.
O estudo em grupo socializa nossos alunos.

Em cada oficina haverá um diálogo entre os textos verbais e  os textos não verbais (pinturas, ilustrações, fotos etc.) e até a música que fará parte desse projeto.
O objetivo é incentivar o aluno a ler e dessa forma escrever melhor, produzindo textos de acordo com cada gênero estudado.
Os alunos terão um tempo para as idas á biblioteca da escola, em busca dos livros para ter base e recontar histórias, contos e lendas, etc.
Ficará exposto na sala de Língua Portuguesa, um mural decorativo feito de feltro com vários bolsinhos, nos quais os alunos guardarão seus livrinhos, trocarão conhecimento, lendo os livrinhos das outras turmas, dando opiniões e enriquecendo e ampliando o vocabulário.
Cordel literário, troca de informações entre os alunos da escola; turmas do 3º ao 8º ano, cartinhas de conscientização em prol do Meio Ambiente.

Também no cordel literário, exposição dos trabalhos do 5º ano.
Início dos preparativos para o projeto de soletração e Leitura 2009.
Momento antes do campeonato, preparada para registrar tudo.
Os alunos confeccionaram faixas, cartazes, trabalhamos em equipe com matemática.
O desempenho dos alunos vem do prazer de trabalhar em equipe.
Torcida organizada, acompanhada pela professora de Arte e Ciência, a Edna.

 Tensão e expectativa na hora das perguntas e respostas na soletração.
O estudo dirigido, as pesquisas no dicionário solucionam as questões.
O Júri avalia minuciosamente as respostas.
O 3º ano também participou, estímulos devem começar cedo.
A diretora Gerciandra fala aos alunos e agradece a participação de todos.
A alegria da aluna Patrícia do 8º ano, comprovou que leitura propicia saberes.


 Trabalhar com Inclusão Social, acreditar no potencial do aluno é um aprendizado que aproxima aluno e professor.
O exemplo desse trabalho, foi o nosso aluno Yan, que pintou cartazes, fez pompons e agitou a torcida.

Mural da sala de Língua portuguesa; confeccionado com feltro colorido e com bolsinhos que guardam livrinhos de poesias, receitinhas, paródias, gibiteca, textos, criação e recriação de contos, fábulas e lendas.


Os alunos frequentam todos os dias a mesma sala e quando uma turma muda de sala, outra entra e troca informações e conhecimentos com os trabalhos expostos das outras séries, assim o repertório está sempre se renovando.
As aulas são sempre dinâmicas e os alunos se sentem autores importantes, pois elogiam e ganham elogios dos colegas e professores que visitam a sala.
Portanto ensinar dessa forma e um aprendizado constante, os alunos motivados são ricos na suas essências, se eles aprendem eu ganho muito mais, que é a alegria de ser educadora apaixonada pela docência.

O objetivo geral fundamenta-se na compreensão das obras, criação e recriação, interpretação dos textos durante e após a leitura. A imaginação se projeta no lúdico e as produções fluem de uma forma natural e prazerosa, assim eu encaro as múltiplas e infinitas faces do fazer, refazer, do saber.

Início do projeto: Fevereiro de 2009
Duração: Todo o ano de 2010 e se estenderá pelos outros anos letivos.

sábado, 16 de outubro de 2010

Como Nossos Pais (Elis Regina / Belchior)


Não quero lhe falar meu grande amor das coisas que aprendi nos discos
Quero lhe contar como eu vivi e tudo o que aconteceu comigo
Viver é melhor que sonhar, eu sei que o amor é uma coisa boa
Mas também sei que qualquer canto é menor do que a vida de qualquer pessoa
Por isso cuidado meu bem, há perigo na esquina
Eles venceram e o sinal está fechado prá nós que somos jovens
Para abraçar seu irmão e beijar sua menina na rua
É que se fez o seu braço, o seu lábio e a sua voz
Você me pergunta pela minha paixão
Digo que estou encantada com uma nova invenção
Eu vou ficar nesta cidade, não vou voltar pro sertão
Pois vejo vir vindo no vento o cheiro da nova estação
Eu sei de tudo na ferida viva do meu coração
Já faz tempo eu vi você na rua, cabelo ao vento, gente jovem reunida
Na parede da memória essa lembrança é o quadro que dói mais
Minha dor é perceber que apesar de termos feito tudo o que fizemos
Ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais
Nossos ídolos ainda são os mesmos e as aparências não enganam não
Você diz que depois deles não apareceu mais ninguém
Você pode até dizer que eu 'tô por fora', ou então que eu 'tô inventando'
Mas é você que ama o passado e que não vê
É você que ama o passado e que não vê
Que o novo sempre vem
Hoje eu sei que quem me deu a idéia de uma nova consciência e juventude
Tá em casa guardado por Deus contando vil metal
Minha dor é perceber que apesar de termos feito tudo, tudo, tudo o que fizemos
Nós ainda somos os mesmos e vivemos
Nós ainda somos os mesmos e vivemos
Ainda somos os mesmos e vivemos
como nossos pais
     A letra da música enfatiza que a discussão sempre está presente na relação entre pais e filhos.
   Durante a nossa juventude achamos que nossos pais estão errados, que a educação que recebemos poderia ter sido melhor, então quando crescemos e temos filhos repetimos o mesmo que nossos pais faziam conosco.  
   Belchior quer mostrar na letra dessa bela música com  os versos “ainda somos os mesmos e vivemos como os nossos pais” remetem ao passado de muito de nós. Até mudamos, mas ainda vivemos do mesmo modo como os nossos pais viviam e que nós criticáva-mos por não tolerar neles tal atitude.
    Contudo, Belchior quer mostrar que houve pouca mudança no mundo. Por mais que as tentativas de mudanças fossem aplicadas, o modo como vemos o mundo é o mesmo.
Foi assim com eles, conosco, será assim com nossos filhos, netos e vai ser com todos os nossos descendentes.

A Dama da Camélias

Sobre a obra

Em 1844, Alexandre Dumas filho mudou-se para Saint-Germain-en-Laye para viver com seu pai. Lá, ele conheceu Marie Duplessi, a jovem cortesã que lhe inspirou o romance A Dama das Camélias.

No teatro, a peça foi encenada por ninguém menos que a grande atriz Sarah Bernhardt.

O romance ainda serviu de base para ópera La Traviata, de Giuseppe Verdi


Veja na íntegra  http://www.livroclip.com.br/index.php?acao=hotsite&cod=32

A cidade e as Serras

Sobre a obra

“A cidade e as serras” é o último romance de Eça de Queirós. O livro foi publicado em 1901, um ano após sua morte.

O texto foi retirado do conto Civilização e, junto com as obras "A Ilustre Casa de Ramires" e "Correspondência de Fradique Mendes", forma uma trilogia, cujo ponto comum é a crítica ao ambiente social e urbano de Portugal.

A obra critica o progresso técnico, urgente e rápido, na virada do século 19 para o 20.
 
 
 
Pequenos trechos para aguçar a curiosidade de quem não conhece a obra.

A cartomante

Sobre a obra

O conto sem final feliz foi publicado por Machado de Assis em 1896 em Várias Histórias. O livro é representativo da segunda fase do escritor, que abandonou o Romantismo para inaugurar o Realismo.

Os textos da segunda fase de Machado de Assis se caracterizam pela introspecção, pelo humor e pelo pessimismo com relação à essência do homem e seu relacionamento com o mundo. A Cartomante é exemplo disso.

Na trama, Rita, Camilo e Vilela se envolvem num triângulo amoroso trágico. Traição, adultério e paixão permeiam a narrativa.

Informações retiradas do Livro Clip.http://www.livroclip.com.br/index.php?acao=hotsite&cod=103#

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Dança do ventre

Originalmente o nome da Dança do Ventre é Racks el Sharqi, cujo significado do árabe é Dança do Leste. Posteriormente este nome foi traduzido pelos franceses como Danse du Ventre e pelos norte-americanos como Belly Dance.

Chegou ao Brasil, portanto, como Dança do Ventre, ou Dança Oriental Árabe ou ainda Dança do Leste que seria a forma mais correta de chamá-la, de acordo com a tradução do árabe para o português.

Segundo SHAHRAZAD, a pioneira da Dança do Ventre no Brasil, Dança do Leste foi o nome dado a esta dança porque “significa onde o sol nasce, de onde a mulher recebe as energias e o poder do Sol”.

Origem

A Dança do Ventre é uma dança de origem oriental, cujo surgimento exato em termos de localização histórica e geográfica nos é desconhecida. Ou seja, não se sabe ao certo onde e nem quando a Dança do Ventre se originou.

A literatura histórica sobre este assunto é escassa e duvidosa, e os poucos autores que se arriscaram a escrever sobre isso concordam.

Há poucos documentos e registros que atestam o passado histórico da Dança do Ventre.

Devido à dificuldade de encontrar informações confiáveis, surgem diversas interpretações, teorias e hipóteses.

A mais aceita delas diz que a Dança do Ventre surgiu no Antigo Egito, em rituais, cultos religiosos, onde as mulheres dançavam em reverência a deusas.

Com movimentos ondulatórios e batidos de quadril, as mulheres reverenciavam a fertilidade, celebravam a vida.

Ou seja, tratava-se de uma dança ritualística, em caráter religioso, sem apresentações em público.

Essas mulheres reverenciavam as deusas que acreditavam ser as responsáveis pela vida da terra, pela vida gerada no ventre da mulher, e pelos ciclos da natureza.

Há quem diga que ao dançarem as mulheres também se preparavam para ser mães, já que a movimentação da Dança do Ventre ajudava a fortalecer a região pélvica, facilitando o parto.

Dizem que quando os árabes invadiram o Egito, eles se apropriaram da Dança do Ventre e a disseminaram para o resto do mundo.

Características Antigas e Atuais
Esse caráter religioso da Dança do Ventre, a qual era realizada em rituais sagrados em homenagens a deusas, modificou-se.

Raramente a Dança do Ventre hoje é praticada como um ritual religioso, mesmo que muitos ainda a vejam como uma prática sagrada.

A característica mais evidente hoje da Dança do Ventre é cultural, artística e profissional.

Cultural porque ela faz parte da tradição, do patrimônio cultural de muitos países, principalmente árabes, nos quais a dança é transmitida de uma geração a outra.

Neste sentido, poderíamos dizer que a Dança do Ventre tem o mesmo significado para os países árabes que o tango tem para a Argentina, o flamenco para a Espanha e o samba para o Brasil. São danças que compõem o patrimônio cultural de cada país.

A característica artística e profissional da Dança do Ventre se manifesta nas pessoas que a estudam, treinam, ensinam, se apresentam. Ou seja, quando a Dança do Ventre se transforma na profissão de muitas pessoas.

Isso acontece atualmente tanto nos paises árabes quanto nos paises ocidentais, onde há bailarinas e professoras de Dança do Ventre.

No passado histórico supõe-se que a Dança do Ventre tivesse caráter informal de aprendizagem. Ou seja, não havia escolas que ensinavam a dançar, fato que é muito diferente do que ocorre hoje.

Tampouco havia preocupações quanto à sua técnica, quanto à sua forma de realização.

Era basicamente uma dança de caráter sagrado praticada somente por mulheres, nas quais umas aprendiam com as outras informalmente, não necessitando de aulas para tal.

Muitos anos após seu provável surgimento, a Dança do Ventre passou por muitas e diversas influências culturais de diferentes épocas e países, e sofreu as alterações de países ocidentais onde ela chegou.

Por exemplo, podemos dizer que as suas características de aprendizagem e de realização modificaram-se bastante.

Atualmente, principalmente no ocidente quando uma mulher quer aprender a Dança do Ventre, ela geralmente faz aulas, estuda, ensaia, treina. O que mostra sua característica de dança artística.

Improvisada ou coreografada?
Provavelmente em sua origem a Dança do Ventre não era coreografada. Ela era uma dança improvisada, que surgia de acordo com os sentimentos, criatividade e reverência no momento de sua execução.

Hoje, como sabemos, ao assistir ou elaborar uma apresentação, ela pode ser coreografada ou improvisada. Isso depende da escolha da bailarina, da adequação ao local ou tipo de evento da apresentação.

A Dança do Ventre no Mundo Hoje


Grupo Handaras

A partir do final do século XX, tem-se observado um crescente interesse do Ocidente pela Dança do Ventre, ou seja, em paises americanos como o Brasil e EUA, e em paises europeus como a Espanha, Portugal e França, entre outros.
Este interesse se deve talvez ao fato de a Dança do Ventre ser muito diferente das danças praticadas no Ocidente, exigindo uma movimentação e uma estética diferentes das outras danças, assim como as características musicais.

De acordo com a bailarina e professora HAYAT EL HELWA “A dança foi vista na Europa pela primeira vez na Mostra Mundial de Paris em 1889, onde foram trazidos diversos artistas de rua, algerianos, para se apresentarem na mostra”.

Nos países árabes atualmente as apresentações de Dança do Ventre ocorrem em diversos lugares como casas de shows, teatros e nihgt clubs (que geralmente ficam em hotéis cinco estrelas).

Inclusive muitas bailarinas brasileiras quando vão trabalhar nos países árabes como o Egito, é nestes hotéis cinco estrelas que elas se apresentam.

Sobre as apresentações, ainda é importante dizer que elas ocorrem geralmente no palco destes lugares, e quase sempre com uma banda composta de muitos músicos. Geralmente cada bailarina tem sua própria banda para acompanhá-la.


Homero Odisséia


      Há muitos séculos os estudiosos buscam uma resposta ideal,porém,encontraram somente contradições.Alguns passam a duvidar da existência de Homero.Para uns Homero teria sido poeta grego,por conta de sete cidades que contam seus feitios gloriosos,nascido no sec. IX a.C,na idade Média,segundo os gregos.

      Durante esse tempo houve um período de  miséria e solidão,devido a decadência da civilização micênica,que reinou a Grécia de 1600 a 1200A.C. O período de fartura e riquezas e arte que perdurou 400 anos findou-se,abandonaram a linguagem escrita,passaram a sobreviver da poesia ou epopeia como forma de expressão, passada de geração a geração oralmente, através dos rapsodos e aedos.

     Conta a lenda, que Homero teria sido um desses aedos,era cego,peregrinando cidade por cidade recitando versos.

       A questão é: Teria ele sido o autor da Ilíada e da Odisseia?

       Recentes estudos históricos e literários e filológicos informam que os versos de  Homero,sofreu alterações com o passar do tempo,por meio dos aedos,que os  poetas declamavam  durante séculos,guardando-os apenas na memória e mais tarde alguns copistas ousaram adiconar algo mais aos poemas.

      Pisístrato foi a edição mais antiga,que se conhece do trabalho de Homero,cujo nome significa"tirano de Atenas" no séc VI a.C, foi mal interpretado por falta de boa compreensão do copista ou filólogos da época.

     Mesmo assim, sua essência,em muitos poemas como a Odisseia trazem um romance complexo e fascinante,mas com uma roupagem moderna.

     A Odisseia é narrada em prosa com fantásticas aventuras de Ulisses,rei de Ítaca,de volta para casa após a guerra de Tróia,vence os pretendentes que pretendiam casar com sua esposa Penélope.Há na história também encontros com;as sereias,o gigante Polifemo,a ninfa Calipso,Circe a feiticeira ou Nausica,dessa forma o herói  vai se descobrindo com seus inimigos,até  voltar para sua esposa, que a esperou com muita esperança durante toda sua ausência tecendo o manto do tempo.

    Portanto,se Homero de fato existiu e sobre sua verdadeira origem,não abala o encanto de suas façanhas,o que fica na memória sobre Ulisses,astuto e destemido,são as influências para quase todos os escritores gregos e romanos na literatura, até os dias de hoje.

Veja o resumo também no shvoong

A história da Ilíada de Homero

     Logo que chegaram,já se dirigiram á planície,onde o combate se feria.E logo se defrontaram co Aquiles e seus mirmidões.

     Pentesiléia era uma grande lutadora,valente e decidida.Mas,naquele tempo,não havia quem pudesse se comparar a Aquiles.Logo nas primeiras lutas a amazona foi derrotada e morta pelo herói.

     Quando seu elmo foi retirado e Aquiles viu o rosto da moça,tornou-se de amores por ela e arrependeu-se de tê-la matado. Até um soldado,Tersistes,que ridicularizou o sofrimento do herói e foi morto por ele.

     Tempos depois,Aquiles viu,a filha de Príamo,Polixena,e  apaixounou-se por ela.Tentou então negociar a paz com os troianos,para poder casa-se com ela.

     No templo de Apolo,enquanto negociava o casamento,Páris,por influência de Apolo,lançou uma seta contra Aquiles,que atingiu seu calcanhar,o ponto fraco do grego.Morto Aquiles foi recuperado por Ájax e Odisseu.

     Tétis recomendou aos gregos que entregassem as armas de Aquiles para aquele que tivesse sido  mais corajoso entre os guerreiros.

      Ájax e Odisseu se candidataram para receber as armas,mas o escolhido foi Odisseu,pois a comissão que deu o prêmio considerou a sabedoria mais importante que a bravura.

     Ájax,sentindo-se injustiçado,suicidou-se.Diz a lenda que,no lugar em que seu sangue foi derramado,nasceu uma flor chamada jacinto.

      Entre os gregos,os adivinhos eram muito respeitados,e um deles teria profetizado que Tróia seria invadida com a ajuda das setas de Héracles.Páris foi o primeira vítima das setas e morreu ferido por Filoctetes.

      Outra profecia dizia que os gregos nunca tomariam Tróia,a não ser que tirassem da cidade uma enorme imagem de Palas Atena que tinha sido consagrada á deusa e que teria caído do céu,cujo nome era Paládio.

      Odisseu e Diomedes disfarçaram-se,entraram na cidade,roubaram o Paládio e o levaram para seu acampamento,mas a cidade ainda resistia.Então prepararam um cavalo de madeira muito grande e oco por dentro,no qual escondia em seu interior muitos guerreiros prontos para o ataque.

      Quando os troianos viram isso,acharam que os gregos tinham desistido da guerra.Vieram logo olhar o presente e quiseram levar o cavalo para dentro da cidade,mas ele era muito grande e pesado,não passava pelas portas e desconfiaram da cilada.

      Laocoonte, o sacerdote de Posêidon,foi um deles.Não queria levar o cavalo para dentro das muralhas.Alguns troianos continuaram desconfiados,mas apareceu um grupo de soldados que trazia um prisioneiro.Seu nome era Simon.Ele contou que foi abandonado pelos gregos por malvadeza de Odisseu.

     Logo muitos troianos quiseram levar o cavalo para dentro da cidade.Esse acontecimento foi decisivo para convencer que Laocoonte não tinha razão e que eles deveriam aceitar o presente e levá-lo para dentro.Os deuses já haviam pronunciado tal feitio.

     Cassandra uma das filhas de Príamo avisou dos perigos que todos corriam ao levar o cavalo para dentro de Tróia.Mas o poder de Cassandra de prever o futuro,dado a ela por Apolo,não convencia ninguém.Então o cavalo foi levado com grande alegria para dentro da cidade.

     Durante o dia inteiro houve muita festa,bebidas e grandes banquetes.De madrugada,abriram os alçapões da barriga do cavalo e os guerreiros saíram em silêncio.

     Enquanto isso,o negros navios que haviam se afastado para dispistar os troianos voltaram á praia.

     Tróia foi tomada e houve grande massacre.Príamo,que se refugioujunto ao altar de Zeus,foi morto pelo filho de Aquiles,Pirro,o Ruivo era seu apelido dado por Neoptólemo.

      Hécuba,mulher de Príamo junto com Cassandra foram levadas para a Grécia como escravas por Agamenon.

      Menelau procurou Helena por toda a cidade e a encontrou na casa de Deífobo,com quem ela havia se casado depois da morte de Páris,estava disposto a matá-la mas ao vê-la sentiu uma forte paixão novamente,ele a perdoou e alevou de volta para Esparta.Finalmente chegaram a sua cidade,onde reinaram e viveram felizes por longos anos.

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