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sábado, 4 de dezembro de 2010

Mais um pouquinho sobre a dança do ventre

 No post anterior citei as maravilhas dessa dança tão conhecida mundialmente . Em que a mulher pode expressar sua sensualidade e feminilidade , ao mesmo tempo em que cuida do corpo e consequentemente da saúde. Abaixo se encontra um link em que vocês podem ver mais um pouquinho dessa arte.

-> Dança do ventre

sábado, 13 de novembro de 2010

Dança do ventre,só faz bem!!

Não tem como tirar os olhos de uma mulher fazendo a dança do ventre. É fascinante ver o corpo a serviço de movimentos naturais e que a deixam ainda mais bela, em sua pura essência. Cada músculo, osso e pele se movem em harmonia para a dança e criam um clima de sedução e mistério.
Nesta hora, a guerreira, que faz tripla jornada de trabalho, pode deixar a feminilidade aflorar e é ai que consegue atingir a naturalidade, livrando-se do estresse e colocando as pressões do dia-a-dia bem longe de toda a delicadeza permitida ao universo forte e sensível das mulheres.
"A dança do ventre mexe com a fantasia e o emocional, estimulando o corpo e acabando com as inibições. Quem acha que tem o corpo feio, vai descobrir uma silhueta linda, num processo natural", diz a professora de dança do ventre, Lulu Sabongi.
A sensualidade também é presente em toda a dança do ventre. Os movimentos do corpo estimulam a libido de quem os faz e de quem vê. "A mulher passa a se ver como um todo e acaba mexendo com a fantasia masculina porque faz movimentos que se prestam ao sexo", diz Lulu.
Mas não dá para confundir. A dança é apenas sensual, mas não passa por apelos ou vulgaridade. "É uma brincadeira com o corpo que faz uma volta ao lúdico", diz a dançarina. Outra vantagem é modificar a postura e os próprios movimentos, que ganham mais graça e suavidade, além de dar mais forma ao corpo.

sábado, 23 de outubro de 2010

Projeto de Leitura

Lemos para saber, para compreender e principalmente, para refletir.
A leitura é essencial no cotidiano, os textos escritos transmitem a informação falada, em qualquer lugar e estabelecimento comercial.
Lemos porque precisamos nos conhecer melhor, necessitamos de conhecimento, não só do que nos passam, mas das coisas da vida.

Por que Leitura?
A leitura de livros de literatura, de contos, de coletâneas de textos de outras áreas do conhecimento, como este projeto que pretendo levar em frente, envolve habilidades de reconhecimento na forma de expressar e representar a linguagem que exercitará nos alunos e demais leitores à capacidade de:
Compreender os diversos significados da palavra no sentido figurado ou coloquial, ritmo, musicalidade, rimas, trocadilhos, contidos nas palavras.
Reconhecer relações entre textos.
Saber o que está escrito nas entrelinhas.
Interagir com e pela linguagem e entender os sentidos e intenções de diferentes construções textuais.


Seguindo instrução do apostilado do Sistema de Ensino Expoente, desenhei aranhinhas nas mãos dos alunos do 3º ano e propus histórias dinâmicas com a turminha, a imaginação de contar histórias valeu a pena.

Por que um Projeto de Leitura?
Justificativa
A qualidade do ensino e da aprendizagem dos alunos será a contribuição fundamental e decisiva da educação escolar para que haja igualdade, justiça e responsabilidade.
A leitura estimula a criatividade, o espírito inventivo, à curiosidade pelo inusitado, afetividade que facilita e constitui identidades capazes de suportar a inquietação, de conviver como o incerto e com o diferente.

Após a leitura sobre alimentos saudáveis, os alunos mostraram um trabalho teórico e prático.Fevereiro/ 2009.

Objetivos desse Projeto
1-      Incentivar o aluno a exercitar habilidades de leitura.
2-      Fazer com que os alunos busquem no prazer da leitura oportunidades de desenvolver competências comunicativas para o exercício da cidadania.
3-      Formar leitores competentes e autônomos.
4-      Mostrar a arte, a cultura e a literatura brasileira como forma de conhecimento.
5-      Tornar esses momentos da obra literária prazeroso.
6-      Colaborar para o desenvolvimento de leitores críticos que estarão aptos para estabelecer relações entre a arte e a realidade.

Alunos do 8º ano na sala de aula: Oficina da Leitura com contos, crônicas e diversidades em gênero literários.


Aline é aluna do 8º ano, pondo a leitura em prática.
O Projeto em si.
É um trabalho coletivo estruturado com oficinas que contam com a participação de todos os alunos do Fundamental I e II, permitindo a realização de atividades interativas e lúdicas, em que a leitura e a escrita possam ser desenvolvidas por meio de criação da gibiteca, livrinhos, paródias, lendas, fábulas e brincadeiras dinâmicas em grupos.
O projeto pressupõe atividades interdisciplinares que englobam várias áreas do conhecimento.
O estudo em grupo socializa nossos alunos.

Em cada oficina haverá um diálogo entre os textos verbais e  os textos não verbais (pinturas, ilustrações, fotos etc.) e até a música que fará parte desse projeto.
O objetivo é incentivar o aluno a ler e dessa forma escrever melhor, produzindo textos de acordo com cada gênero estudado.
Os alunos terão um tempo para as idas á biblioteca da escola, em busca dos livros para ter base e recontar histórias, contos e lendas, etc.
Ficará exposto na sala de Língua Portuguesa, um mural decorativo feito de feltro com vários bolsinhos, nos quais os alunos guardarão seus livrinhos, trocarão conhecimento, lendo os livrinhos das outras turmas, dando opiniões e enriquecendo e ampliando o vocabulário.
Cordel literário, troca de informações entre os alunos da escola; turmas do 3º ao 8º ano, cartinhas de conscientização em prol do Meio Ambiente.

Também no cordel literário, exposição dos trabalhos do 5º ano.
Início dos preparativos para o projeto de soletração e Leitura 2009.
Momento antes do campeonato, preparada para registrar tudo.
Os alunos confeccionaram faixas, cartazes, trabalhamos em equipe com matemática.
O desempenho dos alunos vem do prazer de trabalhar em equipe.
Torcida organizada, acompanhada pela professora de Arte e Ciência, a Edna.

 Tensão e expectativa na hora das perguntas e respostas na soletração.
O estudo dirigido, as pesquisas no dicionário solucionam as questões.
O Júri avalia minuciosamente as respostas.
O 3º ano também participou, estímulos devem começar cedo.
A diretora Gerciandra fala aos alunos e agradece a participação de todos.
A alegria da aluna Patrícia do 8º ano, comprovou que leitura propicia saberes.


 Trabalhar com Inclusão Social, acreditar no potencial do aluno é um aprendizado que aproxima aluno e professor.
O exemplo desse trabalho, foi o nosso aluno Yan, que pintou cartazes, fez pompons e agitou a torcida.

Mural da sala de Língua portuguesa; confeccionado com feltro colorido e com bolsinhos que guardam livrinhos de poesias, receitinhas, paródias, gibiteca, textos, criação e recriação de contos, fábulas e lendas.


Os alunos frequentam todos os dias a mesma sala e quando uma turma muda de sala, outra entra e troca informações e conhecimentos com os trabalhos expostos das outras séries, assim o repertório está sempre se renovando.
As aulas são sempre dinâmicas e os alunos se sentem autores importantes, pois elogiam e ganham elogios dos colegas e professores que visitam a sala.
Portanto ensinar dessa forma e um aprendizado constante, os alunos motivados são ricos na suas essências, se eles aprendem eu ganho muito mais, que é a alegria de ser educadora apaixonada pela docência.

O objetivo geral fundamenta-se na compreensão das obras, criação e recriação, interpretação dos textos durante e após a leitura. A imaginação se projeta no lúdico e as produções fluem de uma forma natural e prazerosa, assim eu encaro as múltiplas e infinitas faces do fazer, refazer, do saber.

Início do projeto: Fevereiro de 2009
Duração: Todo o ano de 2010 e se estenderá pelos outros anos letivos.

sábado, 16 de outubro de 2010

Como Nossos Pais (Elis Regina / Belchior)


Não quero lhe falar meu grande amor das coisas que aprendi nos discos
Quero lhe contar como eu vivi e tudo o que aconteceu comigo
Viver é melhor que sonhar, eu sei que o amor é uma coisa boa
Mas também sei que qualquer canto é menor do que a vida de qualquer pessoa
Por isso cuidado meu bem, há perigo na esquina
Eles venceram e o sinal está fechado prá nós que somos jovens
Para abraçar seu irmão e beijar sua menina na rua
É que se fez o seu braço, o seu lábio e a sua voz
Você me pergunta pela minha paixão
Digo que estou encantada com uma nova invenção
Eu vou ficar nesta cidade, não vou voltar pro sertão
Pois vejo vir vindo no vento o cheiro da nova estação
Eu sei de tudo na ferida viva do meu coração
Já faz tempo eu vi você na rua, cabelo ao vento, gente jovem reunida
Na parede da memória essa lembrança é o quadro que dói mais
Minha dor é perceber que apesar de termos feito tudo o que fizemos
Ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais
Nossos ídolos ainda são os mesmos e as aparências não enganam não
Você diz que depois deles não apareceu mais ninguém
Você pode até dizer que eu 'tô por fora', ou então que eu 'tô inventando'
Mas é você que ama o passado e que não vê
É você que ama o passado e que não vê
Que o novo sempre vem
Hoje eu sei que quem me deu a idéia de uma nova consciência e juventude
Tá em casa guardado por Deus contando vil metal
Minha dor é perceber que apesar de termos feito tudo, tudo, tudo o que fizemos
Nós ainda somos os mesmos e vivemos
Nós ainda somos os mesmos e vivemos
Ainda somos os mesmos e vivemos
como nossos pais
     A letra da música enfatiza que a discussão sempre está presente na relação entre pais e filhos.
   Durante a nossa juventude achamos que nossos pais estão errados, que a educação que recebemos poderia ter sido melhor, então quando crescemos e temos filhos repetimos o mesmo que nossos pais faziam conosco.  
   Belchior quer mostrar na letra dessa bela música com  os versos “ainda somos os mesmos e vivemos como os nossos pais” remetem ao passado de muito de nós. Até mudamos, mas ainda vivemos do mesmo modo como os nossos pais viviam e que nós criticáva-mos por não tolerar neles tal atitude.
    Contudo, Belchior quer mostrar que houve pouca mudança no mundo. Por mais que as tentativas de mudanças fossem aplicadas, o modo como vemos o mundo é o mesmo.
Foi assim com eles, conosco, será assim com nossos filhos, netos e vai ser com todos os nossos descendentes.

A Dama da Camélias

Sobre a obra

Em 1844, Alexandre Dumas filho mudou-se para Saint-Germain-en-Laye para viver com seu pai. Lá, ele conheceu Marie Duplessi, a jovem cortesã que lhe inspirou o romance A Dama das Camélias.

No teatro, a peça foi encenada por ninguém menos que a grande atriz Sarah Bernhardt.

O romance ainda serviu de base para ópera La Traviata, de Giuseppe Verdi


Veja na íntegra  http://www.livroclip.com.br/index.php?acao=hotsite&cod=32

A cidade e as Serras

Sobre a obra

“A cidade e as serras” é o último romance de Eça de Queirós. O livro foi publicado em 1901, um ano após sua morte.

O texto foi retirado do conto Civilização e, junto com as obras "A Ilustre Casa de Ramires" e "Correspondência de Fradique Mendes", forma uma trilogia, cujo ponto comum é a crítica ao ambiente social e urbano de Portugal.

A obra critica o progresso técnico, urgente e rápido, na virada do século 19 para o 20.
 
 
 
Pequenos trechos para aguçar a curiosidade de quem não conhece a obra.

A cartomante

Sobre a obra

O conto sem final feliz foi publicado por Machado de Assis em 1896 em Várias Histórias. O livro é representativo da segunda fase do escritor, que abandonou o Romantismo para inaugurar o Realismo.

Os textos da segunda fase de Machado de Assis se caracterizam pela introspecção, pelo humor e pelo pessimismo com relação à essência do homem e seu relacionamento com o mundo. A Cartomante é exemplo disso.

Na trama, Rita, Camilo e Vilela se envolvem num triângulo amoroso trágico. Traição, adultério e paixão permeiam a narrativa.

Informações retiradas do Livro Clip.http://www.livroclip.com.br/index.php?acao=hotsite&cod=103#